Violência na infância pode deixar cicatrizes genéticas

Por Brunno Câmara - terça-feira, abril 24, 2012


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Telômeros (rosa)
Telômeros (rosa)

Experiências traumáticas nos primeiros anos de vida podem deixar cicatrizes emocionais. Mas um novo estudo sugere que a violência pode deixar uma marca genética também. Pesquisadores descobriram que crianças que foram fisicamente abusadas e sofreram “bullying” tendem a ter telômeros mais curtos – estruturas nas pontas dos cromossomos cujo encolhimento está ligado ao envelhecimento e doenças.

“Crianças que tiveram a experiência da violência física parecem envelhecer em uma maior velocidade”, disse o neurocientista e co-autor da pesquisa, Avshalom Caspi. Como resultado, ele diz, essas crianças podem enfrentar o aumento do risco de doenças na vida adulta e uma expectativa de vida menor.

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Brunno Câmara Autor

Brunno Câmara - Biomédico, CRBM-GO 5596, habilitado em patologia clínica e hematologia. Docente do Ensino Superior. Especialista em Hematologia e Hemoterapia pelo programa de Residência Multiprofissional do Hospital das Clínicas - UFG (HC-UFG). Mestre em Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro (área de concentração: virologia). Coordenador e docente do curso de pós-graduação em Hematologia e Hemoterapia da AGD Cursos. Criador e administrador do blog Biomedicina Padrão. Criador e integrante do podcast Biomedcast.

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