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USP lança jogo para ensinar imunologia

O Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) desenvolveu um jogo gratuito para computadores e celulares, que apresenta aos jovens e adultos, conceitos e informações sobre o sistema imunológico do ser humano.

No Immuno Rush, como foi batizado, os inimigos percorrem um caminho e para evitar que cheguem ao final do trajeto, o jogador deve construir torres de defesa.

O caminho são partes do corpo como pele, coração, pulmão, por exemplo, que sofrem com o ataque de diversos invasores, ou seja, os inimigos, que são as bactérias e vírus.

Para evitar que os inimigos percorram o caminho completo, é preciso construir as torres, representadas pelas células de defesa, como linfócitos e macrófagos, que formam o sistema imunológico humano.

Conforme o jogador vai passando as fases, os invasores vão ficando mais fortes e diferentes células de defesa vão surgindo, exigindo assim, que o jogador elabore estratégias cada vez mais complexas para vencê-los.

Além disso, o game tem uma seção chamada enciclopédia, na qual, o jogador pode ler e se informar um pouco mais sobre os invasores e sobre as células de defesa do corpo humano.

A seguir os links para você jogar/baixar:

Computador | iOS | Android

Fonte: USP Ribeirão Preto


5 dicas para fazer um esfregaço sanguíneo perfeito

Sinonímia: distensão sanguínea e extensão sanguínea.

O laboratório de hematologia evolui muito nas últimas décadas, com as contagens celulares geradas por aparelhos automatizados substituindo as técnicas manuais.

A tradicional revisão da contagem diferencial de leucócitos de cada amostra, através da análise microscópica, caiu em desuso na maioria dos laboratórios que possuem tais aparelhos.

O motivo para isso é a maior precisão das contagens automatizadas em comparação com os métodos de contagem manual.

Apesar disso, sabe-se que a superioridade da contagem automatizada é limitada a amostras com leucócitos maduros e bem caracterizados. Na presença de qualquer alteração nas células e de leucócitos imaturos deve-se realizar a revisão da lâmina hematológica para um diagnóstico mais preciso.

1. Fique de olho nos flags

Os analisadores hematológicos fornecem informações qualitativas na forma de “flags”, ou alarmes, que alertam o analista clínico para a presença de possíveis resultados errôneos devido a variáveis interferentes, assim como a presença de células anormais.

Baseado nisso, apenas amostras com resultados acima ou abaixo dos valores de referência e/ou com a presença de flags, precisam ser revisadas microscopicamente.

2. Componentes essenciais

Para ter valor significativo, o esfregaço sanguíneo deve ser bem realizado. Quatro componentes são essenciais para o resultado final:

  • A qualidade da distensão;
  • A qualidade da coloração;
  • A qualidade do microscópio;
  • A experiência do microscopista.

3. Fazendo o esfregaço sanguíneo

O esfregaço manual é feito colocando-se uma gota de sangue em um lado da lâmina, e espalhando-a rapidamente com uma outra lâmina ou extensora, em um determinado ângulo.

Uma boa distensão é grossa na extremidade onde a gota foi colocada e torna-se progressivamente mais fina, com uma boa separação das células na outra extremidade. Ela deve ocupar a área central e não tocar nas margens da lâmina.

Produzir uma distensão sanguínea de qualidade requer prática.

4. Fatores que influenciam na qualidade

Velocidade - Quanto mais rápida a lâmina distensora for movida, maior e mais fina será a distensão. Quanto mais lenta a lâmina for movida, menor e mais grossa a distensão será.

Ângulo - Um ângulo maior que 30° deixa a distensão mais grossa; menor que 30° a distensão fica mais fina.

Tamanho da gota de sangue - Uma pequena gota de sangue (10-15 µL) é o suficiente para preparar uma distensão com comprimento adequado; uma gota grande pode fazer com que a distensão se estenda além do comprimento da lâmina.

Hematócrito - A viscosidade (hematócrito) do sangue, também irá afetar a distensão. O sangue de um paciente com anemia terá uma menor viscosidade e a distensão ficará muito fina se o ângulo não for aumentado. O oposto também é verdadeiro no caso de um paciente com policitemia.

Esfregaço sanguíneo

a) esfregaço de má qualidade; b) esfregaço de boa qualidade

5. Distensões muito finas ou muito grossas são um problema

Quando são muito finas (causadas por gota pequena, movimento lento ou ângulo menor) as distensões podem fazer com que os eritrócitos pareçam esferócitos e também aumentar o número de leucócitos, como monócitos e neutrófilos, na cauda. O resultado é uma contagem diferencial incorreta.

Em casos em que a distensão fique muito grossa, a área de contagem será muito pequena. Pelo menos 10 campos, onde 50% dos eritrócitos não se sobrepõem, são necessários para uma contagem diferencial precisa.

Confira: Corantes utilizados no esfregaço hematológico

Referência: Dacie and Lewis, Practical Haematology, 9th edition, Edited by SM Lewis, BJ Bain, I Bates, Chapter 4: Preparation and staining methods for blood and bone marrow smears, pág. 50.


Dispositivo para smartphone permite analisar a motilidade dos seus espermatozoides

A empresa americana Medical Electronic Systems criou um dispositivo para smartphone, chamado YO Sperm Test, capaz de testar a motilidade dos espermatozoides humanos.

Como o YO Sperm Test funciona?

O teste usa um aplicativo e um mini microscópio “clipe” que é colocado na parte de cima do seu celular, permitindo o acesso à luz do aparelho e às capacidades de foco e gravação.

O paciente prepara a amostra em uma lâmina e a coloca no clipe, e em dois minutos os espermatozoides podem ser vistos em movimentação na tela do smartphone.

Aproximadamente um minuto após, o resultado do exame fica pronto. O vídeo e o resultado ficam armazenados no aplicativo.

O teste tem precisão?

Segundo Marcia Deutsch, diretora executiva da empresa, foram realizados extensivos testes num período de quatro anos. A tecnologia é capaz de ler a amostra seminal 99% das vezes, se as instruções forem seguidas.

Os resultados têm mais de 97% de precisão baseados em estudos da FDA em 316 participantes.

O teste não revela valores, faz uma análise da motilidade e concentração de espermatozoides e libera o resultado qualitativamente da “concentração de espermatozoides móveis” em baixa (< 6 milhões) ou normal/moderada (≥ 6 milhões), de acordo com as diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS).

É o fim do espermograma convencional?

Não. Apesar de ser uma ideia bacana para aqueles que têm vergonha de ir no laboratório colher a amostra, o YO Sperm Test não substitui a análise completa do sêmen.

Sabemos que são realizadas muitas outras análises além da motilidade, como volume do sêmen, concentração e morfologia dos espermatozoides e dosagens bioquímicas, como frutose e ácido cítrico.

Além disso, outro fator importante para o resultado é a fase pré-analítica, pois a preparação do paciente é essencial.

O dispositivo estará disponível para compra a partir de 1 de janeiro de 2017, mas você já pode reservar o seu por 50 dólares no site www.yospermtest.com.


Pesquisador biomédico fala da importância de aprender novos idiomas



Nosso amigo biomédico Dr. Alexander Birbrair, escreveu um texto para a revista Nature Biotechnology mostrando a importância de aprender novas línguas para seguir em frente, tanto na vida pessoal como profissional.

Confira o texto em português publicado em sua coluna no LabNetwork:

É importante para um cientista saber falar várias línguas? Em minha opinião sim e, em meu caso específico, isso acabou direcionando bastante a minha carreira. Dominar outras línguas pode abrir portas. Eu nasci na União Soviética e a língua na qual converso com os meus familiares mais próximos é o russo. Logo, quando eu tinha 3 anos, mudamos para Israel, onde aprendi o hebraico. Aos 7 anos, meus pais vieram para o Brasil, assim aprendi o português. E, aos 14 anos, quando eles saíram para seu ano sabático na Espanha, aprendi o espanhol. Somente mais tarde, já morando nos Estados Unidos, aos 24 anos, aprendi a falar inglês.

O inglês, ou melhor, a falta dele, me direcionou desde o início da minha carreira. Minha relação com o inglês era tão ruim que eu acabei no curso de Biomedicina em Ilhéus, na Bahia, em parte devido ao fato de não saber falar inglês. Na época do vestibular, eu planejava cursar Medicina para depois migrar para a Ciência e poder trabalhar pesquisando novas curas. Como em Fortaleza, naquela época, não havia curso de Biomedicina, eu não sabia que tal curso existia. Só fui descobri-lo quando meus pais, querendo me inscrever no vestibular para o curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), descobriram que a prova de língua estrangeira era, obrigatoriamente, de inglês. Assim, eles me inscreveram no vestibular para Biomedicina que, pela descrição na internet, parecia o curso dos meus sonhos.

Com o sonho de um dia virar cientista, logo no início da minha vida universitária percebi que o inglês, amplamente falado no mundo da Ciência, era a língua fundamental a aprender. E o meu nível de domínio da língua era tão baixo que, quando tentei me inscrever em vários cursos de inglês em Ilhéus, todos me ofereceram cursar o nível 1 (o nível mais baixo, que só tinha crianças com menos de 10 anos). Assim, acabei no CCAA, onde um amigo meu dava aula. Ele me deixou começar no nível 3 (turma com crianças de 13 anos), o que não foi muito bom, pois eu não entendia nada o que acontecia em classe.

Bom, ler artigo científico em qualquer língua não é um grande problema, pois estes artigos usam bastante a linguagem científica, que é universal. Mesmo assim, lembro que numa aula de Sorologia, a professora distribuiu artigos científicos pra todos da turma ler e apresentar. Todos receberam artigos em inglês, menos eu. Fui o único a apresentar um artigo que tinha sido publicado em português em alguma revista brasileira.

A  falta do inglês me limitava bastante, não só na UESC. Quando eu ia para congressos internacionais e apresentava os meus trabalhos, não conseguia conversar bem com pesquisadores estrangeiros, pois a maioria falava somente em inglês. Assim, em todos os congressos eu escolhia ir em palestras de cientistas que falassem alguma das línguas que eu sabia (russo, hebraico, espanhol ou português). Isso me limitava bastante. Por outro lado, me levou a conhecer o meu futuro orientador de doutorado, professor Osvaldo Delbono, argentino, que, claro, falava espanhol. Delbono me convidou a trabalhar com ele nos Estados Unidos, acredito que devido ao fato de eu ter explicado bem a ele minhas ideias científicas em espanhol, lógico.

Entrar no doutorado nos Estados Unidos sem saber falar inglês deve ser impossível, isso estava claro para mim. Alem disso, para entrar no doutorado o aluno precisa ter uma nota alta no TOEFL (exame que tem o objetivo de avaliar o potencial individual de falar e entender o inglês em nível acadêmico) e também no GRE (teste muito mais difícil do que o TOEFL e cuja nota é utilizada como critério de admissão nos programas de doutorado dos Estados Unidos). Assim, o meu objetivo já nos primeiros dias nos Estados Unidos era aprender a falar inglês o mais rápido possível. Tive sorte por ter bastante apoio do professor Osvaldo, que me proibiu de falar em espanhol no laboratório, a língua do laboratório era só inglês. Isso me ajudou, pois era forçado a aprender palavras em inglês para me comunicar com outros membros do laboratório. Alem disso, a cidade onde eu morava, Winston-Salem, não tinha muitos brasileiros nem latinos, o que também me forçou a aprender inglês para sobreviver.

No início, eu comprei um MP3 e passava o dia todo fazendo experimentos de eletrofisiologia, escutando a rádio nacional americana, que transmitia notícias em inglês o dia todo. Além disso, tinha um colega de laboratório, Jackson Taylor, americano, que só sabia falar em inglês. Corríamos juntos à noite depois dos experimentos, e ele continuava conversando comigo a meu pedido, mesmo que eu não entendesse nada. Eu tinha dito a ele que em algum momento ia começar a entender o que estava dizendo, assim, que continuasse falando.

Esses esforços resultaram em um rápido aprendizado do inglês, que evoluía a cada dia que passava. Em menos de um ano eu já tinha tirado boas notas no TOEFL e no GRE e estava começando o meu doutorado em neurociência na Wake Forest University sob orientação do professor Osvaldo Delbono.

Para publicar o meu primeiro artigo científico novamente o idioma foi importante. Nesse artigo utilizamos um camundongo transgênico chamado Nestin-GFP que conseguimos de um pesquisador renomado do Cold Spring Harbor Laboratory, doutor Grigori Enikolopov, que falava russo. Assim, o fato de eu saber falar russo nos aproximou e favoreceu este trabalho em colaboração.

No meio do meu doutorado apresentei os nossos trabalhos em um congresso interno do departamento, do qual participou um professor convidado que é diretor de um centro importante no Albert Einstein College of Medicine de Nova York. Este professor gostou muito da minha apresentação e, quando veio conversar comigo, descobri que era israelense — assim conversamos em hebraico. E parcialmente através dele conheci pessoalmente o meu mentor de pós-doutorado, professor Paul Frenette.

Finalmente, claro que voltar ao Brasil e iniciar o meu próprio laboratório não seria possível se eu não falasse português.

Hoje, depois de alguns anos de carreira, a minha recomendação é a seguinte: aprenda novas línguas, quanto mais melhor, para seguir adiante. E principalmente o inglês, que é fundamental na ciência, pois você também pode acabar trabalhando com um argentino, um americano, um russo, um israelense e um canadense.

Este artigo apareceu originalmente publicado em inglês na Nature Biotechnology.

2 vagas para Biomédico na Residência Multiprofissional da UFPA (2017)



A Coordenação da Residência Multiprofissional em Atenção a Clinica Integrada da Universidade Federal do Pará torna pública a realização do Processo Seletivo de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde do ano de 2017 – PRORMACI 2017 para provimento de vagas no Programa de Residência Multiprofissional desenvolvidos na cidade de Belém/Pará.

Área de concentração

Atenção à Clinica Integrada.
Vagas
2 vagas para biomedicina.
Requisitos
  • Graduação em biomedicina;
  • Registro no conselho de classe;
  • Não ter vínculo empregatício.

Duração e carga horária

Os programas de Residência em Área Profissional de Saúde e Multiprofissional seguem as diretrizes do Ministério da Educação, portanto, são desenvolvidos em regime de dedicação exclusiva, com duração de 24 meses, com carga horária total de 5.760 horas, sendo 80% voltadas para a prática em serviço (4.608 horas) e 20% teórico-práticas (1.152 horas).
A carga horária é cumprida em jornada de 60 horas e uma folga semanal, programadas em calendário disponibilizado mensalmente.

Bolsa

Em acordo com legislação vigente será paga aos residentes uma bolsa mensal no valor de R$ 3.330,43.

Inscrições

Até 21 de janeiro de 2017
Taxa: R$ 250,00

Link para o edital

Como seria o reencontro da sua turma de biomedicina após a formatura

Como seria o reencontro do pessoal da sua turma de biomedicina se todos tivessem escolhido diferentes habilitações.

Texto escrito por Vanessa Prass Feldkircher

Análises Clínicas

Chega atrasado e sai no meio da festa porque está de plantão.

Análises ambientais

Chega na hora e reclama do copo de plástico. Não é sustentável!

Análises Bromatológicas

Come só o que está refrigerado para evitar contaminação.

Genética e Biologia Molecular

Vai para a festa sem óculos para impressionar, mas tem 7 graus de miopia de tanto ler no doutorado.

Reprodução Humana

Foi responsável pela gravidez de 5 ex-colegas. É o queridinho delas e ganha bebida de graça.

Citologia Oncótica

Meio vesgo de tanto olhar no microscópio. Sabe tudo de citomorfologia e bate um papo com a galera da genética.

Banco de Sangue

Chega fazendo campanha de doação de sangue, recruta alguns que vão doar essa semana.

Acupuntura

Bem zen, chega de saia longa e rasteirinha. O pessoal das análises clínicas pede orientações para dor nas costas.

Imagenologia

Os ex-colegas não chegam muito perto com medo da radioatividade. Logo conquista o pessoal porque passa muito tempo isolado e está louco para conversar.

Estética

Faz botox desde os 25, e está melhor do que estava na faculdade.

Microbiologia

Chega com hipoclorito e álcool 70% na mão. Só fala em bactérias multirresistentes.

Perfusão

Também está louco para conversar e logo faz amizade com a galera da Imagem. Só falam de hospital.

Acadêmico

Está no pós-doutorado aos 30 anos. Procura vaga como professor por cobrança da família, mas por ele viveria de bolsa de pesquisa até os 80.

Link para o post no facebook


Criado o conselho de Biomedicina 6ª Região, no Estado do Paraná

A resolução nº 270, de 18 de novembro de 2016, dispõe sobre a criação do conselho de biomedicina da 6ª região.

O novo conselho terá sede na cidade de Curitiba - PR, e terá como sigla CRBM-6ª Região.

Com isso, os biomédicos do Estado do Paraná saem da jurisdição do conselho da 1ª região, que passa a abranger apenas os estados de SP, RJ, ES e MS.

Porém, até a completa instalação do novo conselho, que ocorrerá em 2017, os profissionais ainda estarão na jurisdição da 1ª região.

Nova organização

Com a criação da 6ª região, a organização dos conselhos fica da seguinte forma:

  • 1ª região: SP, RJ, ES e MS;
  • 2ª região: MA, PI, PE, AL, PB, RN, CE, BA e SE;
  • 3ª região: GO, MG, DF, TO e MT;
  • 4ª região: PA, AM, RO, RR, AP e AC;
  • 5ª região: RS e SC;
  • 6ª região: PR.

Leia aqui a resolução na íntegra


Aplicativos para smartphone que irão te ajudar no laboratório

Desde que comecei o mestrado, venho me deparando com várias situações novas, que nunca tinha vivido antes. Uma dela é a necessidade de fazer muitas diluições, calcular molaridade de soluções, preparo de soluções a partir de solução estoque, fazer PCR, clonagem bacteriana e muitas outras coisas.

Minha área de concentração é virologia, mas tudo que fazemos utilizamos a biologia molecular. Então resolvi procurar por apps que me ajudassem nessas tarefas, acabei encontrando vários interessantes e bem úteis.

Como não poderia deixar de compartilhar com vocês, segue uma lista dos apps que estou usando atualmente me meu smartphone.

DailyCalcs - Science calculator to simplify everyday tasks in the lab

Esse aplicativo faz de seu smartphone uma calculadora científica para simplificar tarefas do dia a dia no laboratório. São oito calculadoras, para cálculos de molaridade, diluições, peso molecular, conversão de unidades entre outras.

iPhone

CloningBench – calculators and tools to guide your lab experiments

Com esse app você pode calcular a concentração de ácidos nucleicos de acordo com a densidade óptica, calcular a quantidade dos componentes  do seu MasterMix para PCR, além de outros cálculos utilizados em clonagem bacteriana.

iPhone | Android

BioLegend Lab Tools

Através desse app você pode converter a velocidade da centrífuga de g para RPM, calcular diluições e molaridade, e ainda tem um cronômetro para você não perder o tempo da reação.

iPhone | Android

Molarity Calc

Faça quatro cálculos de forma muito simples:

  1. Molaridade a partir de massa e volume;
  2. Massa a partir de volume e concentração;
  3. Volume a partir de massa e concentração;
  4. Dilua uma solução estoque.

iPhone

Protocolpedia - Encyclopedia of Lab Protocols

Acesse de modo offline centenas de protocolos completos de várias áreas da pesquisa científica. Além disso, possui calculadoras e vídeos com as principais metodologias utilizadas nos laboratórios.

iPhone | Android

Promega Colony Counter

O app é muito simples. Tire uma foto da placa de Petri e vá marcando as colônias. Nunca mais se perca na hora de contá-las. E o melhor de tudo: fica tudo armazenado no seu celular, caso precise rever suas contagens.

iPhone | Android

Promega Biomath Calculators

O app fornece várias funções para os experimentos de biologia molecular, incluindo conversões de ácidos nucleicos e proteínas, conversão de temperaturas, cálculos de molaridade e diluições.

iPhone | Android


Empresas e instituições homenageiam o Biomédico pelo seu dia (2016)

Confira algumas imagens e vídeos que empresas e instituições publicaram em suas redes sociais lembrando dos Biomédicos, e parabenizando-os pelo seu dia.

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Dia do Biomédico - 20 de novembro (2016)

Dia do Biomédico 2016

 

Em 3 de agosto de 2006, através da Lei nº 11.339, ficou instituído o Dia Nacional do Biomédico, a ser comemorado em todo o território nacional, anualmente, no dia 20 de novembro.

Já estamos no décimo ano de comemoração desse dia tão especial para nós estudantes de biomedicina e biomédicos de todo o Brasil.

Hoje somos uma das 14 profissões da área da saúde no Brasil, e atuamos em diversas áreas como na pesquisa científica, docência, patologia clínica, perfusão, imagenologia, estética e muito mais.

Há quatro anos me tornei biomédico e tenho muito orgulho de fazer parte dessa profissão tão linda.

Desejo a todos os biomédicos muito sucesso e que cada dia mais sejamos mais fortes e unidos!