Automação na identificação bacteriana e do teste de susceptibilidade antimicrobiano

Por Brunno Câmara - quarta-feira, outubro 16, 2019



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Esqueça aquela trabalheira para fazer todas as provas bioquímicas para a identificação bacteriana e também aquela hora de colocar todos os discos de antibióticos na placa de Petri para fazer o teste de susceptibilidade antimicrobiano (TSA).

Esse sistema automatizado, composto por reagentes, painéis e equipamentos, faz a identificação da espécie bacteriana (e leveduras) e também realiza o teste de susceptibilidade antimicrobiano (TSA).

O seu maior trabalho será fazer o inóculo e colocá-lo dentro dos painéis, a parte mais demorada e trabalhosa pode deixar com o aparelho. Depois basta interpretar os resultados e liberar o laudo.

Confira no vídeo:


Brunno Câmara Autor

Brunno Câmara - Biomédico, CRBM-GO 5596, habilitado em patologia clínica e hematologia. Docente do Ensino Superior. Especialista em Hematologia e Hemoterapia pelo programa de Residência Multiprofissional do Hospital das Clínicas - UFG (HC-UFG). Mestre em Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro (área de concentração: virologia). Coordenador e docente do curso de pós-graduação em Hematologia e Hemoterapia da AGD Cursos. Criador e administrador do blog Biomedicina Padrão. Criador e integrante do podcast Biomedcast.
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