Automação na identificação bacteriana e do teste de susceptibilidade antimicrobiano

Por Brunno Câmara · Publicado em

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Esqueça aquela trabalheira para fazer todas as provas bioquímicas para a identificação bacteriana e também aquela hora de colocar todos os discos de antibióticos na placa de Petri para fazer o teste de susceptibilidade antimicrobiano (TSA).

Esse sistema automatizado, composto por reagentes, painéis e equipamentos, faz a identificação da espécie bacteriana (e leveduras) e também realiza o teste de susceptibilidade antimicrobiano (TSA).

O seu maior trabalho será fazer o inóculo e colocá-lo dentro dos painéis, a parte mais demorada e trabalhosa pode deixar com o aparelho. Depois basta interpretar os resultados e liberar o laudo.

Confira no vídeo:


Como citar este artigo
Brunno Câmara, biomédico e autor do Biomedicina Padrão
SOBRE O AUTOR

Brunno Câmara

Biomédico, CRBM-GO 5596, habilitado em Patologia Clínica e Hematologia. Responsável técnico e gestor da qualidade no Laboratório Clínico do HC-UFG/HU Brasil. Especialista em Hematologia e Hemoterapia e mestre em Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro. Atua também na formação de biomédicos e é criador do Biomedicina Padrão.


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